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Rondon transforma a vida dos estudantes da UTFPR e dos moradores do Piauí
publicado: 02/08/2019 09h15 última modificação: 02/08/2019 10h28

Transformação e gratidão. Essas foram as palavras que dois universitários da UTFPR de Francisco Beltrão utilizaram para descrever a experiência na Operação João de Barro, do Projeto Rondon. Eles estiveram, com outros estudantes e professores da universidade, em missão entre os dias 11 e 25 de julho, em Francinópolis, no Piauí. O projeto contribui para a formação do jovem universitário como cidadão e para o desenvolvimento sustentável em comunidades pouco assistidas.

A preparação dos alunos começou há 5 meses. Após passar pelo processo de seleção, os estudantes reuniram-se semanalmente para buscar o planejamento e desenvolvimento das oficinas que foram pensadas para atender as necessidades da comunidade, visando a melhoria socioeconômica e socioambiental.

A partir de um levantamento realizado pela professora Maici Duarte Leite, que esteve no município no mês de abril (durante a viagem precursora), as oficinas ofertadas foram nas áreas de comunicação, meio ambiente, tecnologia e produção e trabalho.

Para a estudante do curso de Engenharia Química, Ana Cristina Mariotti, “participar do Rondon me proporcionou entender o papel social que a universidade exerce. Enquanto acadêmica pude presenciar na prática a importância de cada profissão na construção de uma sociedade mais desenvolvida. Na vida pessoal, a transformação foi mais profunda. Viver outra realidade, me levou a ver tudo com outros olhos. Levou-me a ter uma percepção mais profunda sobre detalhes corriqueiros e valorizar mais as coisas que eu tenho e reclamar menos”, enfatiza.

Para a aluna da Engenharia Ambiental, Marina Salmoria, o que mais chamou atenção foi a alegria da população. “Mesmo diante de tantas adversidades enfrentadas eles estavam sempre com um sorriso no rosto. Estavam muito interessados em aprender o que estava sendo proposto e também em passar conhecimento deles para nós, com certeza aprendemos muito mais do que ensinamos, destaca a rondonista.

“Com Francinópolis aprendi valores, que levarei para o resto da minha vida, aprendi que por difícil que seja, devemos levantar com um sorriso no rosto e seguir lutando. A vida é curta para ficarmos procrastinando”, finaliza a universitária Andrini Krindges.

Participantes

Gustavo Sato (professor)

Maici Duarte Leite (professora)

Andrini Krindges (Engenharia Química)

Marina Salmoria (Engenharia Ambiental)

Priscila Marchiori (Engenharia de Alimentos)

Felipe Bretschneider (Engenharia de Alimentos)

Andreia Dagostini (Engenharia Química)

Daiane Bach (Licenciatura em Informática)

Ana Cristina Mariott (Engenharia Química)

Gabriela Corbari (Licenciatura em Informática)

Oficinas ofertadas:

 - Educação financeira familiar

- Internet e pesquisa

- Mídias digitais

- Reciclagem, reaproveitamento e reutilização.

- Inclusão digital

- Desidratador manual de alimentos

- Gastronomia

- Associativismo, cooperativismo e empreendedorismo

- Mata ciliar, reflorestamento e proteção de nascentes

- Informática na nuvem

- Assessoria de Imprensa e Comunicação interna

- Rádio Comunitária

- Políticas públicas, comunidade local e projetos sociais

-Produtos de limpeza ecológicos,

- Merenda escolar e reaproveitamento

- Adubação, correção do solo e compostagem

-Manejo integrado com produção de biofertilizante

- Arduino, robótica e realidade virtual

- Higiene, boas prática e conservação de alimentos

- Geotinta: solução sustentável

- Desenvolvimento do turismo local

- Fossa séptica biodigestora por evapotranspiração

- Produção agroecológica de horta

- Filtro clorador de baixo custo