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Siass adquire EPIs para viabilizar perícias emergenciais na pandemia

Saúde do servidor

publicado: 25/09/2020 17h25 última modificação: 25/09/2020 17h27
Médico utiliza luvas para exame pericial | Foto: Prostooleh por Freepik

Médico utiliza luvas para exame pericial | Foto: Prostooleh por Freepik

O Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (Siass) da UTFPR adquiriu equipamentos de proteção individual (EPIs) para viabilizar a realização de avaliações médico-periciais, de modo emergencial. O processo havia sido dificultado pela crescente demanda, diante de pandemia do novo coronavírus, que deixou muitos produtos em falta no mercado e inflacionou os preços.

Após pesquisas e levantamentos com fornecedores, o Siass investiu R$9.319 para a compra de 2.900 luvas para procedimento não cirúrgico, 3.400 toucas para proteção capilar, 4.500 máscaras cirúrgicas e 62 óculos de proteção individual, 30 litros de sabonete líquido e sete dispensers. “Com isso, os profissionais vão estar mais protegidos durante a atuação. É uma compra essencial para a garantia de saúde, bem-estar e segurança, reduzindo o risco de contágio do profissional e do periciado”, afirma a assessoria do Siass, Hellen Alves.

A iniciativa deve contemplar nove médicos, sete técnicos e um auxiliar de enfermagem, no Siass, em Curitiba e na Reitoria, e em Apucarana, Campo Mourão, Cornélio Procópio, Francisco Beltrão e Guarapuava. Outros câmpus também podem ser atendidos, em deslocamento, de acordo com a possibilidade da equipe de saúde e a necessidade local.

Mais sobre o Siass e os EPIs
O Siass foi instituído na UTFPR em 2017, com o Instituto Federal do Paraná (IFPR) como unidade partícipe. Para atender melhor questões ligadas à saúde dos servidores, tornou-se uma Coordenação ligada à Diretoria de Gestão de Pessoas (Dirgep), em fevereiro deste ano.

É responsável pela emissão de laudos que apontam a necessidade e as especificações dos EPIs, por meio de uma profissional especialista da área. A atividade envolve a análise dos riscos físicos, químicos, biológicos e mecânicos, por meio de vistorias em ambientes. “É preciso identificar se os modelos disponíveis atendem aos preceitos legais e selecionar os que melhor se adaptam às necessidades. Após a compra, se for reutilizável, promover condições de higienização e conservação, aumentando assim a vida útil do produto”, afirma a engenheira de segurança do trabalho, Bianca Cappelletti.