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Alunos da UTFPR vencem Hackathon da Nasa em quatro cidades do Paraná

Competição internacional

publicado: 01/11/2019 16h40 última modificação: 04/11/2019 16h58
Exibir carrossel de imagens Equipes de Campo Mourão | Foto: Divulgação

Equipes de Campo Mourão | Foto: Divulgação

Claro que os alunos da UTFPR não poderiam ficar de fora da maior maratona de hacking do mundo. Estudantes dos câmpus Campo Mourão, Curitiba e Medianeira marcaram presença no Hackathon Nasa Space Apps Challenge, uma competição internacional realizada simultaneamente em diversas cidades do mundo. As equipes participaram do evento em Curitiba, Maringá e Foz do Iguaçu, no Paraná.  

A equipe Empireo, do Câmpus Campo Mourão, conquistou o primeiro lugar em Maringá. O time é composto pelos alunos de Engenharia Eletrônica Luana da Silva, João Marcos Lopes, Allan Vinicius Trento, Luiz Gabriel Loch e pela aluna de Engenharia Têxtil, do Câmpus Apucarana, Anna Caroline de Souza.  

Com o trabalho Connecting People Around The World, os alunos apresentaram uma forma inovadora de levar a internet até os oceanos. A proposta é viabilizar o acesso ao serviço através do DTN, um modelo de redes de computadores criado pela Nasa, utilizado atualmente para comunicação interplanetária. Os estudantes desenvolveram a ideia de implementar o DTN em boias de sinalização já existentes no mar, que receberiam energia através de fibras de carbono, alimentadas pelo movimento contínuo da água.  

Com o projeto, a Empireo conquistou o ouro e garantiu a vaga na etapa final da competição. Luana conta que está orgulhosa do feito, especialmente por ter sido a primeira edição da qual a equipe participa. Agora, o time está na expectativa para a próxima fase. “Estamos confiantes. Nosso projeto está muito bem estruturado. Agora nos basta aguardar”, comenta. 

“Ainda há muito trabalho a ser feito para tornar esse programa operacional, mas o primeiro passo já foi dado. O sentimento é de missão cumprida"

A equipe do Câmpus Medianeira também levou a medalha de ouro para casa. Os alunos Fabiano Gadenz, Michel Beckers, Anderson Schmidt, Luiz Flávio Vieira, Leonardo Sacoman e Ruben Ramirez foram vencedores em Foz do Iguaçu.  

Os meninos criaram o FireCast, um aplicativo projetado para prever queimadas e incêndios em locais suscetíveis a esses incidentes. O programa capta informações de bases de dados climáticos e de registros de incêndios. Uma vez que é identificada a possibilidade de perigo em alguma das regiões mapeadas, o FireCast ativa um alerta às autoridades locais e aos moradores da região, possibilitando que todos possam agir rápido para se proteger e para controlar o fogo.  

“Ainda há muito trabalho a ser feito para tornar esse programa operacional, mas o primeiro passo já foi dado. O sentimento é de missão cumprida", comenta Fabiano ao ressaltar o orgulho da conquista. O grupo foi selecionado para participar da fase final da competição, que contará com a apresentação de projetos do mundo todo.  

Os acadêmicos do Câmpus Curitiba também participaram da maratona e conquistaram o ouro na capital paranaense. Os alunos Gustavo Jambersi, de Administração, e Gabriel Frizzo, de Engenharia de Computação, fazem parte da equipe Ereire, selecionada para participar da última fase da Hackathon. 

Outras duas equipes se classificaram para a fase final ao ganharem a medalha de prata na competição. Uma delas é a The Visionaries, de Campo Mourão, formada pelos estudantes Gabriele Takano, Eduarda Martins, Carlos de Alcantara e Ezequiel Luz, de Engenharia Eletrônica, e pelo professor Paulo Henrique Sabo, de Ciência da Computação. Outra é a C-137 , de Ponta Grossa, composta pelos alunos Sthefanie Premebida, Thiago Camargo, Henrique Nazário, Jakson Bittencourt, de Engenharia Elétrica, Mariana Camilo, de Engenharia Mecânica, e Denise Pechebovicz, de Engenharia Química.

 

 

Reta final

Os competidores da UTFPR estão confiantes para a próxima fase. “Esperamos estar, no mínimo, na lista de finalistas da etapa final. Está sendo uma experiência maravilhosa. Desde o primeiro dia do evento, estamos aprendendo algo novo. A Nasa já pode preparar nossos lugares lá”, declara Ezequiel.  

As equipes agora seguem como “indicados globais” para a fase que classifica 30 projetos em destaque no mundo. 

Esse grupo seleto concorre à premiação principal em seis categorias: Melhor uso de Dados, Melhor uso de Hardware, Impacto Galáctico, Mais Inspirador, Melhor conceito de Missão e Melhor uso da Ciência. A organização da competição deve anunciar os vencedores em janeiro de 2020.

Boa sorte a nossos competidores! Que a força esteja com vocês.