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Mulheres aceleram pra valer na UTFPR

Representatividade

publicado: 10/03/2020 15h53 última modificação: 10/03/2020 16h02
Foto: Decom

Foto: Decom

Tem cada vez mais mulheres nos projetos automobilísticos da UTFPR. Por isso, a página Tamojunto quis marcar a Semana da Mulher ao conhecer um pouco mais sobre as alunas, egressas e docentes que mandam bem na Universidade, como coordenadoras, capitãs e pilotas.

As professoras Janaína Gonçalves, do Londribaja, e Émillyn Olívio, do Procobaja, desde que eram alunas de graduação desenvolviam o protótipo de carro offroad. Agora, como docentes, trabalham na coordenação da construção dos veículos e incentivam a participação de mais meninas na área. “Hoje a quantidade de mulheres na engenharia mecânica já aumentou, mas antigamente o número era quase zero. Quero que esse índice cresça ainda mais”, afirma Émillyn. “Quando fiz minha graduação, eu era a única mulher na equipe. Atualmente, temos oito mulheres. Ainda é um número pequeno, mas posso garantir que o talento não escolhe gênero e que elas dão conta do recado”, complementa Janaína.

As docentes procuram repassar a experiência que vivenciaram como estudantes. “Ter participado do Baja fez muita diferença na minha formação e abriu muitas portas. Esse projeto é uma forma de retribuir esse ganho”, explica Janaína. “Eu acompanho a evolução dos alunos e das alunas do projeto, pessoal e profissionalmente. É extremamente gratificante quando conseguem uma vaga de estágio ou emprego”, relata Émillyn.

E ainda tem alunas no comando das equipes: Anna Luisa Scheffer, do Pato Baja; Pietra Pires, da Gralha Azul Baja; e Marília de Almeida, da Pato a Jato. As meninas falam sobre a importância de se gerar mais representatividade. “Temos que mostrar que a mulher tem capacidade e que atua em meios antes considerados masculinos”, diz Anna Luísa. Pietra concorda “A atuação da mulher em todos os lugares é sempre necessária, principalmente na área automobilística para quebrar os padrões sexistas impostos pela sociedade”.

Para Marília, que também é pilota, participar do projeto é uma oportunidade. “Colocamos em prática o que aprendemos e damos continuidade ao trabalho realizado pelas veteranas”, afirma. O mais importante para ela é que a presença de mais mulheres nesses ambientes crie e cultive uma cultura de respeito e igualdade.

Que tal acelerar com essa galera? Conheça os projetos:

Cornélio Procópio - Procobaja
Londrina – LondriBaja
Pato Branco – Pato Baja | Pato a Jato
Ponta Grossa – Gralha Azul Baja