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Crescimento da propriedade intelectual na UTFPR foi expressivo em 2017

Agência de Inovação

publicado: 17/05/2018 16h52 última modificação: 18/05/2018 13h49

A UTFPR alcançou a marca de 89 pedidos de proteção intelectual em 2017. Este foi o maior número registrado em um só ano desde que as ações na área da propriedade intelectual começaram a ser implantadas na instituição, em 2002. De lá até hoje, já foram realizados 275 pedidos de proteção intelectual, sendo 112 de registros e 163 de patentes. Deste total, 32,3% foram feitos somente no ano passado. Em comparação com 2016, o aumento no número de pedidos em 2017 foi de 187%.

Em 2018, o número de pedidos promete seguir em crescimento. Até a primeira quinzena de maio foram realizados 45 pedidos, 31 de registros de software e 14 de patentes. A meta é chegar a 100 até o fim do ano. Também em 2018 a UTFPR já conquistou duas patentes novas, uma do Câmpus Cornélio Procópio (“Sistema Eletromecânico de fertilização a taxa variável georreferenciada para máquinas agrícolas”) e outra do Câmpus Curitiba (“Composições fitopraguicidas sinérgicas a partir da combinação de extratos de annonaceae e piperaceae e processos de utilização contra aedes aegypti e outras pragas”), esta última em cotitularidade com a UFPR.

De acordo com Gilberto Branco, diretor da Agência de Inovação (Agint), o aumento no número de pedidos foi devido a ações realizadas pela Agint em conjunto com os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) dos câmpus e com apoio da Pró-Reitoria de Relações Empresariais e Comunitárias (Prorec). Entre as ações estão o estabelecimento de metas de depósitos, a participação dos NITs em curso de instrumentalização em propriedade intelectual, a realização de palestras de disseminação da cultura da propriedade intelectual e empreendedorismo nos câmpus e a conscientização para a proteção da propriedade intelectual junto a gestores.

Além de continuar atuando para aumentar os números de pedidos e de concessões de registros e patentes, a Agint também busca ampliar suas ações em outra área. “Hoje o nosso maior desafio está na transferência de tecnologia”, afirma Gilberto Branco. Para isso, a Agint possui editais de chamamento abertos para licenciamento de direito de uso e de exploração exclusiva de criações protegidas.